Osteopatia Pediátrica

Se você chegou até aqui, é porque está vivendo um momento muito especial – e também desafiador – com a chegada do seu bebê.

Eu sei que esse início pode ser cheio de dúvidas, inseguranças e um turbilhão de emoções. Como osteopata pediátrica, meu olhar vai além do corpo do bebê — eu cuido da família como um todo.

Meu papel é acolher a família com escuta, cuidado e muita sensibilidade. Cada bebê é único, e cada grupo familiar também. Por isso, cada atendimento é pensado com calma, empatia e respeito pelo que vocês estão vivendo.

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Quando preciso orientar algo mais delicado, sempre mantenho o foco em passar a mensagem com muito carinho e clareza, sem causar medo ou culpa. Meu objetivo é ser um apoio leve e acolhedor, sem gerar pressões ou sentimentos negativos.

A osteopatia contribui para o desenvolvimento equilibrado do bebê, aliviando tensões e desconfortos que, muitas vezes, passam despercebidos. Tudo isso acontece de forma suave, segura e respeitosa.

A infância é uma fase fundamental para o desenvolvimento físico, neurológico e emocional do ser humano. Desde os primeiros dias de vida, o corpo do bebê passa por intensas adaptações. O parto — tanto natural quanto cesáreo — pode gerar tensões no crânio, na coluna e nas articulações do recém-nascido, afetando diretamente seu bem-estar.

É nesse contexto que a osteopatia pediátrica se mostra uma poderosa aliada na promoção da saúde infantil. Através de técnicas suaves, não invasivas e seguras, a osteopatia busca identificar e aliviar disfunções que possam interferir no equilíbrio natural do corpo do bebê.

Principais Indicações:

  • Refluxo gastroesofágico: muito comum nos primeiros meses, o refluxo pode causar desconforto, agitação e choro excessivo. A osteopatia auxilia no alívio desses sintomas ao melhorar a mobilidade e o funcionamento do sistema digestivo.
  • Assimetrias cranianas (plagiocefalia, braquicefalia, dolicocefalia): alterações no formato da cabeça podem surgir ainda na gestação ou após o nascimento. A osteopatia atua de forma preventiva, favorecendo o alinhamento e o crescimento saudável do crânio. Clique aqui e veja um exemplo de assimetria craniana não tratada no momento certo.
  • Torcicolo congênito: caracterizado pela inclinação involuntária da cabeça do bebê para um lado, o torcicolo pode impactar o desenvolvimento motor e o bem-estar do bebê. A intervenção precoce com osteopatia ajuda a restaurar a mobilidade e aliviar tensões musculares. Clique aqui e veja um caso de tratamento de torcicolo congênito.
  • Atrasos no desenvolvimento motor: dificuldades em rolar, sentar ou engatinhar podem estar ligadas a restrições mecânicas ou neurológicas. A osteopatia promove o equilíbrio corporal, facilitando o avanço natural das etapas do desenvolvimento.

Além dessas condições, a osteopatia pediátrica também pode beneficiar casos de cólicas, irritabilidade, dificuldades de sucção, distúrbios do sono e muito mais.

Cuidado humanizado e individualizado

Comigo, Dra. Thaís Lopes, vocês vão encontrar acolhimento. Estou com vocês nesse início, passo a passo, para que o seu bebê cresça com saúde — e vocês, com confiança e tranquilidade.

A osteopatia não substitui o acompanhamento pediátrico, mas atua de forma complementar, promovendo conforto, equilíbrio e qualidade de vida desde os primeiros meses de vida.

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